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1 de janeiro de 2015

Mais palavras minhas...



 Continuando o livro, espero realmente que quem já leu esteja gostando...

Nome do Livro: Indefinido
Autora: Emily Oliveira
Gênero: New Adult (contém sexo e palavrões por ser um NA)


Capítulo 6



8 meses e 4 semanas atrás...


Até que frequentar o Rosy’s não era tão ruim assim, o que fazia ele melhorar mesmo era Raphael, Jake me deixou em paz como prometeu só ainda não o vi se aproximar de Ali, eu precisava falar com ele mas não agora, não hoje, eu estou de muito bom humor vou começar minhas aulas particulares com Raphael e ele não iria estragar isso. Entrei em sua sala, muito feliz.
   - Você veio! – disse ele como se estivesse surpreso.
   - Claro, eu não iria perder a aula. – sorri para ele.
   - Vamos começar primeiro com exercícios básicos de respiração. Inspire bem fundo e depois expire bem devagar, jogando todo o ar para fora.
Fiz o que ele mandou, fiquei surpresa com o tanto de tempo que eu consegui ficar.
   - Muito bem, você tem bastante fôlego para ser tão baixinha. – soltando uma risada.
   - O que minha altura tem a ver com os meus pulmões, hein? – disse enfrentando ele.
   - Verdade, mas se você tem um corpo pequeno seus pulmões não deveriam ser grandes.
   - Faz sentido, mas eles não precisam ser grandes apenas fortes.
   - Vejo que você não é só um rostinho bonito!
 Ele me chamou de bonita?
  - Claro que não, porque primeiro eu não sou um rostinho bonito e tenho muito mais por trás do meu rosto, tenho uma personalidade forte. – disse orgulhosa de mim mesma.
  - Você é bonita, sim, e que bom que você tem um algo a mais.
O que ele queria dizer com isso? Espera ele estava me azarando? O que estava acontecendo nesses últimos dias? Sempre fui só uma geek apesar de não ser uma nerd moderna era como os outros me consideravam e agora tenho dois caras atrás de mim, só posso estar em um sonho onde não quero acordar.
  - Você tem quantos anos? – o que eu estava fazendo? – Quero dizer... hã, é que você parece ser bem jovem para ser professor de música.
  - Eu tenho 24 anos e você?
Eu? Bom, eu tenho 15 anos, merda. Estávamos indo tão bem, números sempre atrapalhando.
  - Eu, hã... eu tenho, vou fazer 16. – não menti, vou fazer, ele só não precisa saber que é em Setembro.
  - Bom, vamos voltar para a aula?
  - Tá. – não era isso que eu esperava que ele fosse falar, mas também 9 anos era uma porra de diferença.
Terminamos a aula e ele me dispensou, então fui pra casa para encontrar minha mãe chorando, corri e cai de joelhos ao seu lado.
   - O que aconteceu? – perguntei preocupada.
   - O que você já sabe, filha, o que nós duas sabemos.
Eu não tinha entendido do que ela estava falando, então caiu a ficha ela estava falando de papai, eu nem sei se eu deveria chamá-lo assim depois do que ele fez e disse, bem lá para eu ler, aconteceu em dezembro mas me lembro como hoje, ele estava falando com uma de suas raparigas parece que uma delas havia descoberto que ele era casado.
   - Você tem filhos?
   - Eu não, não sou casado nem tenho filhos. – palavras do meu pai.
Ele negou não só a minha mãe, já que ele queria as putas para ele era óbvio que ele não ia dizer que era casado, mas ele negou a mim e ao meu irmão de seis anos, ele não fazia ideia do que estava acontecendo enquanto ele babava pelo meu pai ele dizia que no ponto de vista dele nem eu, nem Levi existia, isso quebrou meu coração em mil pedaços, eu não conseguiria perdoá-lo pelo que ele estava fazendo com minha mãe e meu irmão.
   - Mãe, o que ele fez dessa vez? – perguntei.
   - Ele vai se encontrar com ela. – respondeu chorando.
Minha mãe era inteligente e sabia exatamente como colocar um programa para ver o que era feito no computador, foi assim que ela descobriu que meu pai não estava só traindo ela até então virtualmente mas ele estava viciado em sexo, enquanto nós estávamos no quarto, ele estava na sala entrando em site pornográfico somente com uma parede nos dividindo.
   - A senhora tem certeza?
   - Sim, eles marcaram de se encontrar em um restaurante. – falou soluçando.
Rapariga, o pior é que ela se aproximou de nós dizendo que ela gostava da nossa família e agora ela estava destruindo-a? Se eu encontrar com essa puta no meu da rua, eu juro que eu mato ela.
    - Eu não vou permitir, eu prometo. – falei tentando acalmá-la.
    - Você não pode fazer nada, filha.
Mas eu vou, como vou. Depois que ela parou de chorar, ela me disse que tinham marcado no restaurante Francesco ás 18hrs. Filho de uma égua, ela era minha vó mas realmente era uma égua ela nunca gostou de mãe, apesar de tudo que ela fez para agradá-la e por consequência ela também não gostava de mim e do meu irmão aposto que ela sabe sobre tudo isso e esta ajudando-o a trair minha mãe.

                                                                 -xxxxx-

  Cheguei no Francesco ás 17:30hrs, não iria perder isso por nada, depois que falei com mãe eu reservei uma mesa e convidei Ali para vir comigo mesmo que eu estivesse prestes a ter certeza que meu pai estava traindo minha mãe, Ali era a única que eu confiaria dizer isso, ou no caso mostrar, depois que ela chegou pedimos uma macarronada só para disfarçar não tinha como sentir fome em uma hora dessas, após vinte minutos ela chegou e meu pai estava acompanhando-a então isso significa que eles tinham se encontrado primeiro? Eu não acreditava no que eu estava vendo, meu pai bem ali com outra mulher e não minha mãe, ele nunca levou mãe para restaurante assim mas levava suas raparigas!
     - Drica, ali é o seu pai? – perguntou Ali, acenando disfarçadamente para a mesa deles.
     - Infelizmente, é sim, eu tinha medo de que fosse verdade mas está bem na minha cara que é, eu tenho que ir lá. – disse, já me levantando.
     - Não, agora não, vamos esperar até onde isso vai. – aconselhou enquanto pegava na minha mão.
     - Tem razão. – voltei a sentar.
Comemos enquanto observamos eles, trocaram carinhos e risos, que raiva, como eu queria estrangular essa puta. Até que depois que eles terminaram o jantar e pagaram a conta, se eu ia seguir eles? Com certeza que ia.
     - Vamos! – falei
     - Pra onde?
      - Vamos atrás deles, quero saber até onde vai, não foi o que você falou?
      - Ai, não, eu só falo merda não era para a gente seguir eles, Drica, era só para você não ir até eles. – ele estava tentando me convencer a não ir, mas no momento eu só sentia raiva nada do que ela podia falar mudaria isso.
      - Se você não for, eu vou! – disse, jogando o dinheiro em cima da mesa.
      - Eu não acredito que estou fazendo isso!
E eu não acredito que meu pai está com outra, mas ele está. Saímos encontramos eles na esquina entrando em um carro. Puta que pariu, eles... eles estão se agarrando, praticamente se comendo, agora passou dos limites.
      - Drica, não faça isso, finja que você não sabe foi isso que você me ensinou vá pegando as provas depois encurrale-o na parede.
      - Eu sei, mas eu não aguento isso! – falei começando a soluçar.
      - Veja é melhor assim! Não vai ser fácil, mas você vai poder se vingar depois.
Ela tem razão, o jogo vai virar e eu vou me vingar.

by Emmy

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